O melhor foi terminar, claro que bateu saudade assim que terminei. Saudade dos carinhos, dos beijos, dos abraços, das mãos dadas, das palavras de confiança, das crises de ciúmes; Saudade dele, com todos os lados bons e ruins, mas como eu disse que ia acontecer, essa saudade foi passando, foi se escondendo, foi se camuflando, até que virou um espinho, pequeno e incomodo. Às vezes a saudade voltava, mas era só a ferida cicatrizando. Enfim, tudo realmente acabou, quando a gente ver que perdeu aquilo que não era mais nosso pra outra pessoa a ferida some e fica só a marca. Claro que não vou esquecer; Claro que a saudade ainda vai aparecer, mas não vai ser aquele "quero de volta", e sim o "foi bom enquanto durou, e durou enquanto foi bom".
—Eliza Ferreira
quarta-feira, 17 de setembro de 2014
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